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Equilíbrio também ser estratégia

  • Foto do escritor: Paula Negri
    Paula Negri
  • 13 de abr.
  • 1 min de leitura

Atualizado: 13 de mai.

O que nos faz bem nunca sai de moda — e isso também é estratégia de alta performance.


Nos últimos dias, tive um insight importante: em algum momento da rotina, me afastei de hábitos que sempre foram fontes reais de equilíbrio e clareza.


A meditação da manhã que organizava meus pensamentos.


 Os cafés longos com amigos, onde ideias e reflexões surgiam sem pressa.


 As leituras prazerosas que ampliavam repertório e sensibilidade — para além dos conteúdos técnicos e das demandas corporativas.


E a pergunta inevitável veio: em que momento passamos a tratar o essencial como algo “dispensável”?


Na dinâmica acelerada do dia a dia, é comum priorizarmos apenas o urgente. Mas, muitas vezes, é justamente nessa escolha que nos desconectamos das práticas que sustentam nossa energia, nossa presença e a qualidade das nossas decisões.


Há uma reflexão que ficou comigo: muitas escolhas são guiadas por amor ou por medo.


 Quantas vezes o medo se apresenta de forma sofisticada, travestido de produtividade, excesso de agenda ou ocupação constante?


O que nos faz bem não pertence a uma fase específica da vida.


 São pilares permanentes de equilíbrio, lucidez e performance sustentável.


Na liderança, no RH e na vida, reconectar-se ao que nos fortalece não é luxo — é inteligência emocional aplicada.


E você: quais hábitos sustentam sua melhor versão, mesmo nos ciclos mais exigentes?



 
 
 

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