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Como trabalhar em rede.

  • Foto do escritor: Paula Negri
    Paula Negri
  • 11 de mai.
  • 1 min de leitura

Atualizado: 13 de mai.

Num mundo de organizações fluidas, "ter uma carreira" deixou de ser linha reta e virou portfólio de habilidades. A geração Z não só entende isso – ela já vive assim, nativa da rede onde cargos somem e projetos nascem rápido. É aí que entra o skills-based organization: empresa organiza trabalho por problemas a resolver, não por cargos fixos – recrutamento, promoção e times olham pra habilidades específicas que geram valor, não pro tempo de casa ou título no crachá.


Eles falam direto essa língua: flexibilidade, feedback constante, troca rápida pra testar e expandir o que sabem fazer. ManpowerGroup 2025 mostra: 72% da Gen Z prefere desenvolvimento contínuo à promoção tradicional, trocando de empresas a cada 2 anos pra crescer nos termos deles.


As críticas de "falta de compromisso"? Vejo mais como uma falta de compreensão do novo mapa. Eles não me parecem sem vontade – acho que estão mais alinhados com um trabalho que exige habilidades transferíveis, enquanto muita gente ainda mede sucesso por cadeira ocupada.


Pra gerações anteriores surfarem essa onda: traduzam 20 anos de experiência em 5-7 habilidades concretas que resolvem problemas atuais (ex.: facilitei equipes em crise, com mais de 20 profissionais, pra entregar projetos sob pressão). Testem em projetos novos, mesmo fora da zona de conforto. O portfólio não mente – e abre portas aonde o cargo não chega mais.



 
 
 

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