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E se, por apenas um mês, você fizesse só o que realmente ama?
Sem reuniões intermináveis, sem tarefas impostas por inércia, sem o peso do "tem que ser feito". Onde sua energia explodiria? Em quê seu foco diário se fixaria naturalmente, sem esforço, como um livro que a gente começa a ler e só para quando acaba? Talvez você se veja pintando ao amanhecer, codificando soluções que resolvem problemas reais do mundo, ou conversando horas sobre ideias que acendem faíscas nos outros. Ou quem sabe organizando eventos que unem pessoas, ou mergulh
11 de mai.1 min de leitura


Estímulo à sua força emocional.
Aos 25 anos, assumi meu primeiro cargo de gestão. Aos 30, me tornei gerente em uma grande multinacional. Aos 35, diretora. E aos 40, cheguei ao c-level. Por trás dessa trajetória, havia outra linha do tempo: aos 22 anos, minha primeira crise depressiva. Aos 33, a segunda. Aos 37, a terceira — acompanhada de crises de pânico paralisantes. Foi essa convivência entre conquistas e fragilidades que me ensinou algo poderoso: uma saúde mental abalada não precisa ser vista como fraqu
11 de mai.1 min de leitura


Fique no que flui (e marque um café☕)
Recentemente, num podcast que adoro, uma pergunta me pegou: o que faz a gente querer ficar de verdade numa relação? Aquela conexão que flui naturalmente, que troca valor real e faz todo mundo crescer? Afinal, são para isso que valem as relações autênticas, né? Pense no trabalho. Em vez de focar no que largar, escolho o que merece meu tempo: projetos que me desafiam, parcerias que rendem de verdade, equipes onde as ideias somam sem ego. "Work Better Together", de Jen Fisher e
11 de mai.1 min de leitura


Falhas como portais
Em um momento marcante da minha carreira ainda como executiva, errei em uma apresentação estratégica – dados misturados, narrativa que não colou, silêncio na sala. Na hora, senti o peso da falha como um abismo, mas parei e perguntei: o que isso revela de verdade? Não era só um deslize na execução; era um alerta sobre como eu subestimava o poder da pausa reflexiva, uma cilada comum entre profissionais que correm para preencher silêncios com mais conteúdo, em vez de permitir qu
11 de mai.2 min de leitura


Legado diário
Parei pra olhar pra trás esses dias: em cada empresa por onde passei, deixei algo que ainda vive ali. Não foi plano gigante ou relatório complexo – foi uma gerente que aprendeu a dar feedback sem medo depois de uma nossa conversa rápida, ou um time que parou de apontar dedos e começou a dizer "o que a gente faz agora?." Uma pessoa, que foi do meu time, me ligou na semana passada e num papo pra lá de gostoso e nostálgico, me disse: "Você plantou aqui uma confiança que não tính
11 de mai.1 min de leitura


Accountability: viver o que pregamos.
Accountability: viver o que pregamos. Semana passada, ministrei uma palestra sobre accountability para um cliente do setor jurídico – aquele compromisso radical de assumir o leme das próprias ações, resultados e impactos, sem desculpas ou desvios. Não vou entrar nos detalhes do conteúdo, mas saí de lá com uma reflexão: falar sobre responsabilidade é fácil, vivenciá-la no dia a dia é o que separa líderes comuns de equipes que realmente voam. Me lembrou o quanto, como consultor
11 de mai.1 min de leitura


Como Antídoto ao Caos
Sexta-feira passada, após uma reunião barulhenta – vozes se sobrepondo, telas piscando, ideias voando sem filtro. Meu cérebro simplesmente não deu mais conta. Cores vibrantes demais, sons colidindo, informações em avalanche: era uma crise clássica de excesso de estímulos, aquele momento em que o sistema entra em sobrecarga e tudo vira névoa. Conheço bem essa sensação, comum em líderes que navegam agendas lotadas, mas que me pegou desprevenida dessa vez. Em 2026, com IA geran
13 de abr.2 min de leitura
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